COMISSÃO PASTORAL DA TERRA

 

 

Conflitos

NOTA PÚBLICA - CPT RO divulga nota em repúdio ao envio da Força Nacional ao estado

Nesta terça-feira (15), o Ministério da Justiça autorizou o envio da Força Nacional para atuar em Rondônia pelos próximos 90 dias, sob a alegação de combater supostas organizações criminosas que invadem propriedades particulares. Em nota, a CPT Regional Rondônia evidencia que, com a operação, o governo reforça o discurso de ódio contra os sujeitos envolvidos na luta pela terra.

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Juíza mantém despejo de camponeses em Rondônia

Moradores do Seringal Rio Preto já foram alvo de outras tentativas de retirada forçada; donos da Fazenda Jatobá são acusados de homicídio, tortura e contratação de milícias; decisão ocorre apesar de suspensão das reintegrações de posse pelo STF.

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Dom Mário: Carta à Igreja e ao povo de Roraima

O bispo de Roraima e 2º Vice Presidente da CNBB afirma que o garimpo é mais uma face da ferida que está dentro das terras indígenas, que são terras da União, de usufruto destes povos. Dom Mário diz que “a omissão e negligência das autoridades é inaceitável. A proteção dos territórios indígenas é uma obrigação constitucional do governo federal, garantida também por tratados e convenções internacionais”. “Portanto, é urgente que as autoridades garantam a proteção da vida e do território dos povos indígenas e atuem para que a violência seja investigada e apuradas as responsabilidades. Toda pessoa que promove a violência, instiga ao ódio e à degradação ambiental fere a obra do Criador”, afirma. Confira:

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NOTA PÚBLICA - Tragédia da garimpagem em território indígena munduruku: descortinar é preciso

Campanha Nacional da Comissão Pastoral da Terra (CPT) de Prevenção e Combate ao Trabalho Escravo vem a público repudiar o confronto da última quarta-feira, 26 de maio, no sudoeste do Pará, entre grupos de garimpeiros e as forças de segurança, que culminou na invasão e no incêndio de casas da aldeia munduruku Fazenda Tapajós. Em Nota Pública, eles destacam que "historicamente, o garimpo se apresenta como alternativa para um contingente de trabalhadores em momentos de acirramento das vulnerabilidades sociais. É fundamental destrinchar o que está escondido por trás da palavra 'garimpeiro': uma ampla cadeia de exploração". Confira a Nota:

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