COMISSÃO PASTORAL DA TERRA

 

CPT Regional Bahia e diversas organizações foram até Brasília, onde se encontraram com representante do Ministério Público Federal (MPF) e foi denunciado o violento processo de grilagem de terras sofrido por comunidades ribeirinhas e de fundos de pasto após a implantação do perímetro irrigado Baixio de Irecê 

(CPT Bahia)

Comunidades tradicionais de Xique-Xique e Itaguaçu da Bahia, Comissão Pastoral da Terra, Sindicato dos Trabalhadores Rurais de Xique-Xique, Sindicato dos Trabalhadores Rurais de Itaguaçu da Bahia, Paróquia de Xique-Xique reuniram-se na última segunda-feira, 09/12/13, em Brasília, com a Coordenadora da 6ª Câmara de Coordenação e Revisão do Ministério Público Federal/ Populações Indígenas e Comunidades Tradicionais para tratar do Projeto de Irrigação Baixio de Irecê.

 No encontro, o grupo entregou uma representação ao Ministério Público Federal a respeito do violento processo de grilagem de terras sofrido pelas comunidades tradicionais ribeirinhas e de fundos de pasto na região, no qual a Companhia de Desenvolvimento dos Vales do São Francisco e do Parnaíba (CODEVASF) implantou o perímetro irrigado Baixio de Irecê.

 Conforme consta nas matrículas cartoriais das propriedades adquiridas pela CODEVASF, as terras, antes tradicionalmente ocupadas pelas comunidades, foram griladas por Ailton Moura, então cunhado de Antonio Carlos Magalhães, ex-governador e ex-senador da Bahia. Em seguida, ele repassou parte dessas terras para a Companhia de Desenvolvimento do Rio Verde (CODEVERDE), empresa que reunia sócios como a Odebrecht e o extinto Banco Econômico, que as vendeu para a CODEVASF.

 

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