COMISSÃO PASTORAL DA TERRA

 

 

 

O projeto foi desenvolvido em parceria da Pastoral da Terra, através de Campanha de Prevenção e Combate ao Trabalho Escravo, com Escola Municipal do Assentamento Chico Mendes, no Mato Grosso.

Fonte: Assessoria de Comunicação da CPT com informações da CPT-MT

Imagens: CPT-MT

Na última quarta-feira, 14 de agosto, a Comissão Pastoral da Terra no Mato Grosso (CPT-MT) realizou, em parceria com a Escola Municipal 14 de Agosto, situada no Assentamento Chico Mendes, no município de Rondonópolis, o encerramento do projeto ‘Para Acabar com Escravidão Somente com Educação', que ganhou esse nome pelos próprios estudantes.

O escola do assentamento carrega esse nome, 14 de agosto, pois é a data da primeira ocupação das terras, no ano de 1995, pelo Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra (MST).

O objetivo dos três meses de trabalho foi levar aos alunos e às alunas da Escola Municipal e à comunidade escolar mais informações sobre a problemática do trabalho escravo a partir da Campanha Nacional da CPT ‘De olho aberto para não virar escravo'.

::. Conheça a Campanha Nacional da CPT de Prevenção e Combate ao Trabalho Escravo

Ao longo desse período foram ministradas palestras sobre o tema e ocorreram rodas de conversa e formações com professores/as. Os/as estudantes também participaram com apresentações teatrais e elaboração de poemas, desenhos e textos sobre a escravidão.

Ao todo, participaram cerca de 200 alunos e alunas, pais e mães, professores/as e membros da Secretaria Municipal de Educação de Rondonópolis.

Como desdobramento das atividades, a Escola Municipal 14 de Agosto, em parceria com a Pastoral da Terra e o Ministério Público do Trabalho (MPT), aprovou um projeto de aquisição de dez computadores para a escola e, durante o encerramento projeto, cobrou da Secretaria de Educação um/a estagiário/a para orientar os/as alunos/as na nova sala de informática.

Gostou dessa informação?

Quer contribuir para que o trabalho da CPT e a luta dos povos do campo, das águas e das florestas continue? 

Clique aqui e veja como contribuir