COMISSÃO PASTORAL DA TERRA

 

 

 

Geral

Estudo evidencia malformações congênitas por uso de agrotóxicos

Estudo evidencia malformações congênitas por uso de agrotóxicos

Com os dados levantados para o artigo “Associação entre malformações congênitas e a utilização de agrotóxicos em monoculturas do Paraná, Brasil”, Lidiane Dutra e Aldo Pacheco Ferreira, da Escola Nacional de Saúde Pública Sérgio Arouca (Ensp)/Fiocruz, trouxeram evidências de que o uso indiscriminado de agrotóxicos vem causando não só sérios danos à saúde do brasileiro, mas também sinalizando um grave problema de saúde pública.  

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Manejo florestal empodera comunidades tradicionais no Pará

Manejo florestal empodera comunidades tradicionais no Pará

Observatório de Manejo Florestal Comunitário e Familiar, lançado no dia 25 de agosto, em Belém (PA), visa conectar diversas organizações da sociedade civil, instituições de ensino e pesquisa na luta pela defesa do uso sustentável dos territórios comunitários no estado.

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Ibase lança cartilha sobre portos no Rio Tapajós

Ibase lança cartilha sobre portos no Rio Tapajós

Cartilha “Portos no Tapajós: o arco do desenvolvimento e da justiça social?”, assinada por pesquisador do Grupo de Estudo sobre Estado, Território, Trabalho e Mercados Globalizados na Amazônia (GETTAM), da Universidade Federal do Pará (UFPA), é lançada pelo Instituto Brasileiro de Análises Sociais e Econômicas (Ibase).

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MPF-AM quer que União pague indenização de R$ 50 mi por genocídio indígena

MPF-AM quer que União pague indenização de R$ 50 mi por genocídio indígena

Ministério Público Federal no Amazonas (MPF-AM) pediu indenização de R$ 50 milhões de reais e um pedido de desculpas da União pelo extermínio de indígenas Waimiri-Atroari na ditadura militar; danos teriam sido cometidos durante a construção da BR-174, estrada liga Manaus a Boa Vista, que enfrentou resistência da etnia que ocupa a terra na região; na década de 70, havia 3 mil indígenas vivendo na terra e na década seguinte, a etnia registrava apenas 332 indivíduos; segundo o MPF, havia "pelo menos desde 1974 uma ação genocida do Estado brasileiro de ataques violentos, por bombas, tiros e torturas".

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