COMISSÃO PASTORAL DA TERRA

 

 

 

Trabalho Escravo

Comissão contra trabalho escravo lança moção criticando PL: ‘feudalismo contemporâneo’

Em reunião na Assembleia Legislativa do Rio Grande do Sul, nesta terça-feira (16), a Comissão Nacional para a Erradicação do Trabalho Escravo (Conatrae) lançou uma nota de repúdio ao projeto de lei 6.442/2016, de autoria do deputado federal Nilson Leitão (PSDB/MT). Apresentado no início do mês na Câmara, o PL propõe, entre outros pontos, a regulamentação para que moradia e alimentação também sejam aceitos como remuneração de trabalhadores rurais. Ou seja, empregadores poderiam usar contar como pagamento de salário qualquer compensação, sem ser necessariamente dinheiro.…

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Ex-trabalhador escravo resgatado no Pará relata abuso e violência

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Com outros 81 trabalhadores rurais, Francisco das Chagas da Silva Lira, 38, foi resgatado pela fiscalização do Ministério do Trabalho da condição análoga à de escravo em 2000. Ele limpava o pasto da fazenda Brasil Verde, em Sapucaia, no Pará, a 733 km de Belém. O caso foi parar na Corte Interamericana de Direitos Humanos, órgão jurisdicional da OEA (Organização dos Estados Americanos), que condenou o Brasil por omissão e negligência aos trabalhadores. Veja o Especial da Repórter Brasil sobre o caso.

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De 8 a 13 de maio, CPT Bahia intensifica sua Campanha de Prevenção e Combate ao Trabalho Escravo

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Em 1888 foi assinada a Lei Áurea que aboliu a escravidão no Brasil. Já se passaram quase 130 anos e ainda são encontradas no Brasil pessoas trabalhando em condições análogas a de escravo. Apenas em 2016, 763 trabalhadores foram resgatados no país, sendo 66 deles na Bahia, em diversas atividades ligadas ao agronegócio, à pecuária, à construção civil, entre outros.

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Ministério do Trabalho volta a publicar “lista suja” do trabalho escravo

Inicialmente, o Ministério do Trabalho havia publicado uma relação com 85 nomes às 19h17 do dia 23/03/2017. Mas atualizou a lista às 21h32, republicando-a, agora com 68 empregadores. Segundo o ministério, 17 pessoas e empresas, que ainda não haviam esgotado os recursos a que tinham direito na esfera administrativa, tiveram seus nomes divulgados erroneamente.

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